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Chalé da memória, O


Tony Judt

Tradução: Celso Nogueira

Biografia e Memórias e História

ISBN: 9788539003181

Lançamento: 06/03/2012

Formato: 14 x 21

Peso: 400 gramas

224 páginas

Preço: R$ 34,90

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As memórias do historiador inglês entre suas análises críticas

"Humano, audaz e de uma honestidade absoluta." Financial Times

Um dos historiadores mais reconhecidos dos séculos XX, Tony Judt faleceu em 2010, vítima de uma doença degenerativa. Enquanto sua condição de saúde se deteriorava, o inglês escreveu, em noites de insônia, as memórias de sua vida.

 

 

O resultado é o livro de ensaios O chalé da memória, em que Judt evoca experiências e recordações do passado, sem abrir mão da vocação para a polêmica que o consagrou. Produzidos originalmente sem o intuito de publicação, os textos refletem uma escrita sem censura, que chama a atenção pela franqueza do autor.

Por meio de uma espécie de revisão autobiográfica, o historiador retorna a momentos marcantes da história da Europa do século XX aos quais presenciou. Passando pela dura realidade da Londres do pós-guerra, pelas reminiscências dos seus tempos de estudante, pela experiência do Maio de 68 e pelos dias de devoção e desilusão com a utopia dos kibutzim, o notório intelectual deixa um legado singular sobre momentos marcantes da história recente, recorrendo às correntes sociopolíticas (marxismo, fascismo, sionismo) que moldaram as transformações de seu tempo. 

A paixão do historiador, enquanto criança, por uma rota de ônibus em particular de Londres, evolui para uma reflexão sobre a civilidade pública e o planejamento urbano no período entre-guerras. Judt, constantemente polêmico, cita também recordações das revoltas estudantis de Paris em 1968, que circundaram as divergentes políticas sexuais europeias, concluindo posteriormente que esta geração foi "uma geração revolucionária, que, por outro lado, não alcançou uma verdadeira revolução." 

Sem abandonar seu caráter analítico e o amplo repertório sobre a história europeia do século XX, o autor recorre a ensaios que passam por memórias pessoais, reflexões e análises sociopolíticas como uma forma de distração diante da deterioração de sua condição de saúde. Em suas palavras, diante do sofrimento o melhor a se fazer é manter a cabeça ocupada, “cheia de peças recicláveis versáteis, feitas de recordações úteis e imediatamente disponíveis para uma mente com tendência analítica.”

As experiências pessoais do inglês são relatadas com afeição. No entanto, as reflexões políticas que acompanham suas memórias trazem análises contundentes sobre a sociedade e a vida de seus contemporâneos. Todas são organizadas de forma simples, como um chalé na Suíça – um refúgio reconfortante de sua infância, situado nas montanhas da memória de Judt.

 

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