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"Fiquei imaginando como seria caminhar aqueles últimos quarenta metros até a cadeira elétrica, sabendo que iria morrer ali. Aliás, como seria ser o homem que teria que afivelar o condenado na cadeira, ou ligar a chave de força. O que um trabalho como esse retiraria de alguém? Ou, mais horripilante ainda, o que poderia lhe acrescentar?"
Da preguiça como método de trabalho é o livro em que Mario Quintana coloca de maneira mais clara e assumida seus princípios poéticos e de vida. Ao longo de aforismos, tiradas humorísticas, fábulas e narrativas marcadas por um alegorismo cáustico, este volume publicado originalmente em 1987 reafirma o vitalismo anti-intelectual que definia o perfil do poeta, como assinalou Carlos Jorge Appel.
“A cada página uma descoberta, uma surpresa.” – Los Angeles Times
“Inteligente, escrito de forma elegante... Uma proeza intelectual na arte de contar histórias.” – The New York Times Book Review
Estudante morto, colegas presos, passeata de intelectuais e religiosos, tropa de choque, cavalarianos de sabre em riste, carros blindados, gás lacrimogêneo, tiros, jatos de água, paus, pedras, o fim de um caminho. 1968 – O ano que não terminou traz de volta um período crucial da história brasileira, no qual se ergueriam lealdades e bandeiras que, às vezes um pouco desbotadas, ainda se encontram no cenário político.
Um desafio de vida ou morte para o jovem herdeiro do trono. Uma fábula fantástica, numa terra de feiticeiros, intrigas e ódios mortais.
“King utiliza seu talento para criar uma atmosfera mágica e fascinante, numa narrativa que encanta e envolve o leitor como um conto de fadas.” — The New York Times Book Review
“Essa fábula sobre o amor fraternal aquece o coração e vai encantar leitores de todas as idades.” — Publisher’s Weekly
“É simplesmente impossível parar de virar as páginas.” — Washington Post Book World
“Parte do impressionante poder desse livro é que consegue recriar e romper o tédio e o amortecimento da guerra, e os estragos que isso causa à memória, à intimidade, aos pensamentos e à afeição. (...) O povo eterno não tem medo é um retrato implacável e belo dos danos causados pela guerra.” – The Washington Post
“A impressionante estreia de Boianjiu (...) parte das próprias experiências da autora para mostrar os absurdos da vida e do amor à beira da violência.” – Vogue
A viagem de um pai e seu filho em busca da liberdade
“Forte, dramático, mas também feliz e surpreendente.” – Vanity Fair
"Para algumas viagens nunca se parte quando se parte. Parte-se antes. Às vezes, muito antes. Bastaram poucas palavras: ‘Seu filho provavelmente é autista’.”
Michael Jan Friedman, Robert Greenberger e Peter David
O prólogo oficial de Depois da Terra, o filme épico dirigido por
M. Night Shyamalan e estrelado por Jaden Smith e Will Smith
Em junho de 2013 chega aos cinemas o novo longa-metragem do diretor M. Night Shyamalan – responsável por clássicos como O sexto sentido, Sinais e Corpo fechado –, um dos lançamentos mais aguardados para o verão americano. Estrelado por Will e Jaden Smith, pai e filho na vida real e também na ficção, Depois da Terra (Sony Pictures) situa a humanidade no planeta Nova Prime, mil anos após um cataclismo que tornou a Terra um lugar hostil.
Em 1989, 21 anos depois do emblemático 1968, o jornalista e romancista Zuenir Ventura lançou 1968 – O ano que não terminou, um clássico da não ficção brasileira. Sua investigação sobre o período, no entanto, não parou por aí. Para Zuenir, era preciso também averiguar onde se ouviriam os ecos dos sonhos e as desilusões de uma geração que ao menos pretendeu mudar o mundo.
Para isso, investigou a maneira como os jovens da primeira década do século XXI se relacionavam com seus próprios corpos, com os corpos dos outros, com as drogas, com a política, ouvindo os filhos da revolução que não aconteceu. O resultado foi 1968 – O que fizemos de nós, lançado originalmente em 2008 e que viria a se firmar como outro clássico de um dos mestres do jornalismo brasileiro.
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